As famílias mais prejudicadas pela falta de estrutura da Copel para atender a demanda se apegam naquele dito popular “A esperança é a última que morre” para não desanimarem de vez.
A microrregião de Marechal Cândido Rondon enfrenta frequentes quedas e instabilidades no fornecimento de energia, gerando prejuízos comerciais e riscos a equipamentos.
Relatos recentes indicam energia em "meia fase", danos a transformadores e demora no atendimento da Copel, motivando cobranças de moradores por melhorias na infraestrutura e mais equipes técnicas.
Moradores, comerciantes e, principalmente agricultores, relatam interrupções constantes, inclusive com energia em "meia fase", o que danifica equipamentos elétricos.
Incidentes como transformadores pegando fogo e rompimento de cabos têm afetado diversas regiões e o funcionamento de serviços essenciais, como o abastecimento de água.
Há queixas sobre o tempo de resposta da Copel, com relatos de equipes insuficientes para a demanda da região.
Vereadores de Marechal Cândido Rondon têm cobrado explicações da Copel e pressionado por um plano de contingência e melhorias.
Além disso, forças-tarefa para manejo de arborização têm sido organizadas para evitar cortes.
A situação tem se tornado recorrente, com registros de interrupções inclusive no início de 2026, impactando vários bairros da cidade e distritos e linhas do interior do município.
Por sua vez, o presidente da Cercar - Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Econômico de Marechal Cândido Rondon, Celso Prediger, destaca dois pontos importantes que podem amenizar os problemas da energia fornecida pala Copel.
Fonte: Agro Marechal
Foto: Agro Marechal