Primeira estimativa da safra 25/26 mostra aumento na produção de soja e milho no Paraná
A primeira Previsão Subjetiva de Safra paranaense para 2025-2026, divulgada nesta quinta-feira pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta para um aumento de área e produção em soja e milho, principais culturas do período.
Na soja, a previsão inicial é que sejam plantados cinco milhões e 790 mil hectares, aumento de 0,6% sobre o ciclo anterior.
A produção pode alcançar um acréscimo de 4,2% sobre a última colheita. A área plantada na primeira safra representa mais de 90% do plantio entre os principais grãos produzidos no Paraná.
A semeadura de soja na Região 2, que abrange Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, fica liberada a partir desta segunda-feira, quando termina o vazio sanitário da ferrugem asiática.
O plantio deve acontecer até 31 de dezembro.
Na Região 3, onde estão os municípios do Sudoeste, a semeadura está autorizada a partir do dia 11 até 10 de janeiro.
A Região 1, que abrange o Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral, pode ter plantio a partir do próximo dia 20 até 20 de janeiro.
Para o milho primeira safra, as estimativas iniciais apontam para três milhões e 220 mil toneladas, 5,5% a mais do que no período anterior.
A área do milho também deve crescer em relação à última safra.
Com a perda de área para o milho e soja, a previsão é de que o feijão de primeira safra ocupe 111 mil hectares.
Se confirmado, significa redução de 34% em relação ao ano passado.
As produtividades estão projetadas em torno de dois mil quilos por hectare, podendo gerar oferta de 218 mil toneladas a serem colhidas a partir de dezembro.
No ano passado a primeira safra de feijão rendeu 337 mil toneladas.
O Boletim de Conjuntura Agropecuária desta semana traz dados sobre outras culturas do Estado.
O documento fala sobre a queda de 0,59% nos preços pagos aos produtores de carne ovina no Brasil em julho, na comparação ao mês anterior.
No Paraná o cordeiro vivo foi comercializado por 14 reais e 30 centavos o quilo, em média, contra 15 reais e 10 c centavos em junho.
Fonte: DERAL
Foto: Copilot