“Ao final da assembleia ordinária de prestação de contas realizada nesta quarta-feira, dia 29, pelo Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, o vice-presidente da entidade, engenheiro agrônomo Cevio Mengarda, manifestou preocupação com as embalagens de agrotóxicos”.
A logística reversa de embalagens de agrotóxicos no Brasil é obrigatória, com o agricultor realizando a tríplice lavagem e devolvendo as embalagens no local indicado na nota fiscal em até um ano.
Mais de 90% das embalagens são devolvidas, sendo recicladas ou incineradas como forma de diminuir o impacto ambiental.
O agricultor deve sempre realizar a tríplice lavagem, inutilizando e armazenando a embalagem temporariamente e devolvendo no local indicado na nota fiscal em até um ano.
A embalagem então volta ao comércio, depois para postos ou centrais de recebimento e, finalmente, para a destinação final com o propósito da reciclagem ou incineração.
As embalagens rígidas lavadas são 100% recicláveis, transformando-se em novos produtos, como eletroprodutos e caixas de bateria.
Já a embalagens não laváveis ou contaminadas são incineradas.
A preocupação manifestada pelo vice-presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Cevio Mengarda, aponta que as tríplices lavagens já não estariam garantindo limpeza suficiente das embalagens e alguns produtores já teriam sido multados.
vice-presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Cevio Mengarda