A falta de chuvas e as altas temperaturas no início de 2026 estão começando a prejudicar o milho safrinha.
A seca, combinada com o calor, causa estresse hídrico, prejudica o desenvolvimento da planta e a produtividade, com riscos de quebra na produção.
A baixa umidade do solo e o calor intenso preocupam os produtores, que relatam lavouras com desenvolvimento abaixo do esperado e risco de quebra, podendo acelerar a colheita.
A falta de chuva durante o crescimento pode destruir lavouras, pois o milho necessita de cerca de 450 mm a 600 mm de água por ciclo, sendo o florescimento e a formação de grãos os períodos mais sensíveis, de acordo com a Embrapa.
A situação é monitorada, e a previsão indica, em algumas regiões, a necessidade de chuvas para evitar perdas maiores na safrinha.
Para o engenheiro da Agrícola Horizonte, de Marechal Cândido Rondon, Cristiano da Cunha, a preocupação existe, mas a situação ainda não é alarmante pelo poder que o milho tem de se recuperar.
Fonte: Agro Marechal
Foto: Agro Marechal